Relação e aprendizagem: condições emocionais para aprender
Tem aluno que não “não quer” — ele não consegue. E isso aparece como desatenção, desmotivação, irritação, resistência, silêncio, fuga da tarefa ou conflito. O professor tenta, insiste, puxa a turma de volta, e no fim do dia fica com a sensação de que gastou energia só para manter o mínimo.
Neste treinamento, o foco é entender como segurança emocional, pertencimento e qualidade das relações influenciam comportamento, engajamento e aprendizagem — e, principalmente, o que o professor pode fazer na prática sem virar refém da sala. Falamos de postura docente, linguagem que regula (em vez de escalar), previsibilidade, transições, correções que não humilham e estratégias para engajar alunos que já chegam “armados” ou esgotados.
A proposta não é romantizar. É dar ferramentas para construir um clima de sala mais estável, com autoridade e cuidado, e diminuir ciclos repetidos de conflito. O professor sai com práticas aplicáveis para organizar a aula, proteger a relação e facilitar que o aluno volte para a tarefa.
Formato: 4h (pode ser 2h introdutório ou 6–8h aprofundado, com plano de ações para a realidade da turma).