Autoestima: Seja responsável pela sua Felicidade!

São Paulo
Modo: Presencial
Autoestima: Seja responsável pela sua Felicidade!

1. Por que autoestima?

Falando de forma simples, autoestima se refere a qualidade de afeto que cultivamos por nós mesmos. Na palavra “autoestima” observamos esse dois pontos fundamentais: a estima (ou afeto) e o “Si mesmo” (sinalizado pelo prefixo “auto-”).
O conceito de afeto é algo que aprendemos inicialmente a partir do ambiente e do contexto familiar e sociocultural em que surgimos. Aprendemos a nos amar imitando o amor que recebemos. Mas essa consciência afetiva não precisa se limitar a isso. O afeto que sinto por mim não precisa ser condicionado aos valores que aprendi. Posso investir na evolução desse sentimento ao ponto de me amar incondicionalmente. Mas isso envolve também me conhecer. Uma jornada infinita de autoconhecimento e expansão do amor. Na medida que aprendo a amar e respeitar tudo que encontro em mim, posso expandir esse sentimento para todos os seres.
Vamos percebendo então que cultivar autoestima é explorar potencialidades desconhecidas, desbravar a infinitude do universo íntimo, expandir a consciência do Amor e praticar respeitosamente o apreço por tudo aquilo que encontramos em nós mesmos.
Como todo bom cultivo, para gerar frutos é preciso que seja contínuo, orgânico, vivo e perseverante. É muito mais amplo do que só dizer: “Eu me amo!”
Quem é você? Será que isso que você chama de “eu” realmente corresponde ao que você é de verdade? A que parte desse “eu” você se refere quando experimenta a si mesmo?
O que é amor para você? Quais experiências amorosas você já teve e que conceito de amor você usa como referência na prática do que chama de amor-próprio? Há quem agrida, desrespeite, violente e até mate, acreditando que faz isso por amor! Será esse o tipo de amor que você cultiva por si mesmo?

2. Nova perspectiva

O modelo da sociedade atual apresenta autoestima e felicidade como resultados de uma jornada, prêmios que nos esperam ao fim de uma corrida, no entanto os sábios ensinam que a felicidade está na própria jornada. Aproveitamos mais da vida quando, em vez de uma corrida, a encaramos como uma viagem turística.
Outros autores tendem a definir autoestima como um sentimento ligado a imagem que uma pessoa faz de si e a usar o modelo afetivo comum como base para o cultivo do amor-próprio. Ou seja, o amor é uma recompensa bioquímica associada ao alcance de metas e objetivos preestabelecidos, relacionando a autoestima ao “sentir-se hábil” ou a apreciação da autoimagem. Mas diante do fracasso, ou quando nossa imagem não corresponde aos modelos que perseguimos, surge a rejeição e o amor fenece.
Sabemos por experiência e observação que quem tem autoestima consegue lidar melhor com os desafios da vida. Quem cultiva a espiritualidade tende a se sentir amparado diante de situações de escassez ou insegurança. Nossa proposta é de um amor gratuito, livre de pré-condições e condicionamentos. Deixamos de fazer algo com o objetivo de nos sentir amados, pois já cultivamos o amor-próprio incondicional. Então quando fazemos algo, fazemos porque amamos. Diluem-se as expectativas e percebemos mais leveza.

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